“Japão. Acho que tudo começou ali... Essa mini jarrinha aqui na minha mesa não me deixa esquecer. Ganhei da minha mãe, que ganhou do meu avô, que nasceu perto do Monte Fuji. E tem meu pai: chegando em casa todo dia, depois de um dia de trabalho na padaria. A mesma cena, toda noite. O que era aquilo? Papel, lápis, números. Sempre números. Quando descobri a Matemática, foi um estalo. Não queria outra coisa. Foi assim até agora. Me espelhei no meu pai. Na minha formação, no que escolhi pra mim. Os números trazem muitas probabilidades, depende de como você os combina e consolida. Eu e meus colegas temos muita responsabilidade sobre as informações que geramos. Sabemos disso. Gostamos disso e nos empenhamos nisso. O que faço mudou muito com a chegada da tecnologia. Vem tudo pronto, e hoje o nosso foco é: analisar, interpretar os dados e explicar. Dar assessoria aos nossos gestores. Deixamos de ser burocráticos para sermos consultores. Sou casada, tenho duas filhas: uma de 14 anos e outra de 9, e moro em Niterói. Todo dia atravesso a Baía de Guanabara ansiosa pra encontrar com elas. Elas sempre me veem chegando em casa. A mais nova me falou outro dia: ‘Mãe, eu quero fazer o que você faz”. ⠀
Simone, contadora, trabalha com demonstrações financeiras no Edifício Sede, Rio de Janeiro

Essa foi mais uma história da série #Jornadas. São pessoas como a Simone que nos inspiram e ajudam a construir a nossa trajetória. #JornadasPetrobras #oilandgaslife

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