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A inclusão de receitas altamente palatáveis nem sempre é o caminho mais curto para o emagrecimento. No entanto, muitas pessoas preferem utilizá-las durante o processo, em uma adaptação gradativa à redução do consumo de doces. Nesse sentido, o auxílio de um nutricionista é fundamental para sugerir frequência e quantidades de acordo com o seu objetivo. Dito isso, às vezes divulgaremos receitas deliciosas, como esta a seguir, da @nutridaspanelas, pra mostrar que cabem em uma alimentação Low Carb.
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🥮Tortinha salgada 🥮
Ingredientes:
1 couve flor cozido e picado
3 ovos
1 xícara de queijo mussarela ralado
Sal a gosto
Tomate cereja e orégano
Preparo:
Em uma vasilha, misture a couve flor, ovos, queijo e sal.
Sirva em forminhas de silicone.
Para finalizar, corte os tomatinhos e distribua por cima.
Polvilhe orégano ou manjericão fresco.
Asse por 20 minutos no forno convencional.
Rendimento: 8 forminhas
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#ablc #lowcarb #selolowcarb #associacaobrasileiralowcarb #receitaablc #receitalowcarb
Se você está vendo esta mensagem, por favor, nos ajude avisando os amigos!
Muito obrigado! 😊
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#ablc #lowcarb #lowcarb #associacaobrasileiralowcarb
Ácido úrico elevado não é, em si, uma doença, mas é um fator de risco e uma condição necessária para o desenvolvimento de gota. Gota é uma inflamação dolorosa e aguda, que ocorre mais frequentemente em um única articulação de cada vez. Um dos locais mais afetados é o dedão do pé.

O ácido úrico é oriundo do metabolismo das purinas, compostos presentes entre outras coisas no DNA das células. Assim, as purinas estão presentes em uma grande quantidade de alimentos de origem animal e vegetal, de modo que uma alimentação pobre em purinas acaba sendo uma dieta rica em alimentos altamente refinados e deficiente em quase tudo que é nutricionalmente denso. No entanto, você sabia que dietas pobres em purinas não são baseadas em evidência? Isto mesmo, não há ensaios clínicos randomizados mostrando que este tipo de dieta reduza significativamente os ataques de gota.

Na verdade, sabemos que a maior parte do ácido úrico tem origem nas purinas produzidas pelo próprio corpo, e não na dieta. O que mais eleva o ácido úrico não é carne, frutos do mar ou proteínas em geral, e sim o consumo de açúcar. Além disso, o ácido úrico elevado costuma andar de mãos dadas com a síndrome metabólica. Assim, estratégias que levem à perda de peso e melhora da síndrome metabólica, tais como uma alimentação low-carb, costumam reduzir, em até 6 meses, os níveis de ácido úrico e a frequência dos ataques de gota. Isso já foi demonstrado experimentalmente (veja: Ann Rheum Dis 2000;59:539–543 e https://acrabstracts.org/abstract/high-protein-diet-atkins-diet-and-uric-acid-response/).
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Um estilo de vida low carb, mesmo contendo carnes e frutos do mar, por ser pobre em açúcar e carboidratos refinados, reduz, portanto, o risco de ataques gota.
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#ablc #lowcarb #lowcarb #associacaobrasileiralowcarb
Dando seguimento à sua missão de "Ser referência em ciência nas práticas de saúde baseadas em evidências, comprometida com a divulgação do conhecimento científico e propagação de informações sobre saúde, alimentação e qualidade de vida à sociedade", a ABLC pretende divulgar livros em língua portuguesa, que ajudem a propagar esse estilo de vida.

Hoje, estamos divulgando "Este não é mais um livro de dieta", de Rodrigo Polesso @rodrigopolesso. Polesso é autor do site emagrecerdevez.com, que vem divulgando os preceitos de uma alimentação low-carb há pelo menos 8 anos. O alvo principal é o público leigo, que pretende adotar esta abordagem como estilo de vida. O livro tem foco na densidade nutricional e na saciedade, e está alinhado com os mais recentes estudos sobre low-carb e emagrecimento.
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✨Em breve, sortearemos alguns exemplares para os associados da ABLC! 😃😉
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Livro disponível em http://bit.ly/livrorodrigo

#ablc #lowcarb #associacaobrasileiralowcarb #souablc
Os hormônios tireoidianos têm um papel importante na regulação do metabolismo e na função de diversos órgãos do nosso corpo e, por isso, existe uma preocupação sobre a interferência de uma dieta Low Carb na função tireoidiana.
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Não há dúvidas de que algumas pessoas podem ter uma alteração na concentração dos hormônios tireoidianos após o inicio de uma dieta Low Carb. Vários fatores podem contribuir para essa resposta da tireóide.
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Por exemplo, pessoas que fazem Low Carb tendem a comer menos e a emagrecer, o que leva o corpo a reduzir a produção hormonal para diminuir o metabolismo. Entretanto, isso acontece com qualquer dieta que cause perda de peso.
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Por outro lado, mesmo quando a energia não é restrita, uma dieta Low Carb pode estar associada a níveis sangüíneos mais baixos do hormônio ativo da tireoide (T3).
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Olhando superficialmente e considerando apenas números, essa redução do T3 tem sido considerada uma evidência de que a restrição de carboidratos prejudica a função da tireóide.
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Uma explicação alternativa para essas alterações seria que o corpo se torna mais responsivo a esses hormônios devido a mudanças benéficas na estrutura e função celular. Em outras palavras, uma dieta Low Carb poderia resultar em uma melhora da sensibilidade dos hormônios tireoidianos.
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Embora outros fatores possam influenciar, uma das maneiras de avaliar a ação do hormônio tireoidiano é através da taxa metabólica. Observe nas figuras 2 e 3 que embora com menores níveis de T3, a taxa metabólica basal se mantém constante nas pessoas que seguem dieta Low Carb.
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O T3 também é utilizado no metabolismo da glicose (GLUT 4) e, portanto, com um menor aporte de glicose na dieta, é possível que a redução do T3 seja algo esperado.
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Mas se formos usar os critérios diagnósticos atuais (aumento do TSH), diversos estudos randomizados com Low Carb já foram feitos sem que a incidência de hipotireoidismo aumentasse (figura 1).
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Mas o ponto principal é que pessoas que seguem a dieta Low Carb sentem-se mais dispostas e emagrecem. Ou seja, os sintomas opostos da falta de hormônio tireoidiano.
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Você tem hipotireoidismo e faz Low Carb? Conte a sua experiência para nós!
Quando reduzimos significativamente os carboidratos da dieta, o corpo passa a usar a gordura como fonte de energia. Entretanto, alguns tecidos necessitam de certa quantidade de glicose (sistema nervoso central, rins, células do sangue), e o fígado produz esta quantidade.
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Ao mesmo tempo, os demais tecidos (músculos, gordura) deixam de utilizar esta glicose para que a mesma fique disponível para os órgãos que precisam.
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Isso faz com que, às vezes, a glicemia de jejum fique mais alta (pois os músculos estão usando gordura, e não glicose!) - mas o fato de a hemoglobina glicada continuar normal (ou mesmo baixar) prova que a sua glicemia, durante as 24 horas do dia, nos últimos meses, está mais baixa, na média, e não mais alta.
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Assim, uma dieta low carb é terapêutica na reversão da resistência insulínica induzida pela hiperglicemia e disfunção mitocondrial em virtude do excesso de glicose.
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Mas ela produz outro tipo de resistência à insulina: a resistência à insulina fisiológica. Só que esta resistência fisiológica é transitória, induzida pelo aumento dos ácidos graxos livres na circulação, de modo a poupar a glicose para o cérebro e outros tecidos.
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Como ela ocorre no contexto de BAIXA insulina e BAIXA glicemia, não causa nenhum dano se acompanhada de Hb glicada normal.
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#ablc #lowcarb #associacaobrasileiralowcarb #souablc
Muitas pessoas têm dúvidas sobre o consumo de bebidas alcoólicas no contexto de uma alimentação baixa em carboidratos (low-carb).
‼️Foge do escopo desta postagem discorrer sobre os malefícios do álcool, especialmente seu consumo excessivo. Se você não bebe, não precisa começar a beber‼️
Caso contrário, é importante saber o seguinte:
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🔸O álcool fornece calorias (7kcal/g), sem fornecer saciedade - podendo assim dificultar a perda de peso em algumas pessoas. Além disso, o álcool tem prioridade metabólica - será usando como fonte de energia antes da gordura (portanto, se for beber, beba com moderação);
🔸Circula um mito de que o álcool é convertido em açúcar no organismo. Na verdade, isso não ocorre. Os carboidratos (açúcar, amido, maltose, etc) é que podem ser convertidos em álcool, por microorganismos (leveduras), no processo da fermentação;
🔸Em diabéticos, um ensaio clínico randomizado de 2 anos indicou até mesmo alguns benefícios do consumo de vinhos secos (em pequenas quantidades - 150mL ao dia --> https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26458258 ).
Feitas essas considerações, as seguintes bebidas alcoólicas contêm baixas quantidades de carboidratos:
🍷Vinhos secos (tintos ou brancos);
🍾Espumantes brut, extra-brut ou nature;
🥃Todos os destilados, incluindo whisky, vodka, cachaça, gin, tequila, rum, etc.

Em outras palavras, no que diz respeito a uma dieta low-carb, o maior vilão não é o álcool, e sim as bebidas alcoólicas que contêm quantidades significativas de carboidratos, seja na forma de açúcar ou de maltose. É o caso de bebidas doces (espumantes tipo moscatel, por exemplo), drinks adoçados, cerveja e chopp. No caso de 🍸 , sempre é possível reformulá-los com adoçante, se for o caso (caipirinha com xilitol, gin tônica com tônica zero, etc). Por fim, existem cervejas com baixo teor de carboidratos (não confundir com cerveja sem álcool, essas em geral são menos fermentadas e têm MAIS carboidratos). Uma rápida busca no Google por "cervejas baixo carboidrato" pode ajudar.
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⚠️ A ABLC ressalta novamente que o álcool não é um nutriente, e sim uma toxina, e não estimula o seu consumo.⚠️
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#ablc #lowcarb #selolowcarb #associacaobrasileiralowcarb #drink #lowcarbdrink
A Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP) é o distúrbio mais comum da função ovariana em mulheres na pré-menopausa.
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É caracterizada por anovulação crônica (ausência de ovulação) e excesso de hormônios masculinos, podendo se manifestar com ciclos menstruais irregulares, hirsutismo (excesso de pelos), acne, oleosidade e queda de cabelo.
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Existe uma associação marcante da SOP com a obesidade, diabetes e síndrome metabólica.
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O que tudo isso lembra? Sim, resistência a insulina. O excesso de insulina resultante da resistência à insulina, na maioria das vezes, embora nem sempre, representa o papel mais importante na patogenia da SOP.
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Infelizmente, o tratamento inicial preconizado é o uso de anticoncepcional oral. Mas vejam, usar apenas anticoncepcional oral para o tratamento é tratar a consequência e não a causa do problema.
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Diversos estudos já demonstraram o benefício e inclusive reversão da SOP com uma dieta Low Carb - Cetogênica.
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Isso é tão lógico que parte do tratamento pode envolver o uso de metformina, uma medicação que atua justamente diminuindo a resistência  a insulina.
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▶️Converse com o seu médico e nutricionista. Não se contente em tratar os sintomas. Resolva a causa do problema!
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#ablc #lowcarb #selolowcarb #associacaobrasileiralowcarb #souablc #sop
Quantas pessoas poderiam ser beneficiadas, assim como a Aline, se as informações sobre Low Carb fossem disseminadas de forma correta?
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✨Contribua com essa mudança!✨
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#ablc #lowcarb #selolowcarb #associacaobrasileiralowcarb #SeloLowCarbContribuidor #souablc
É muito comum haver dúvidas sobre o consumo de beterraba numa dieta baixa em carboidratos. Isso deriva do fato de que a beterraba é utilizada para a produção de açúcar em países de clima temperado.
. 🔸Ocorre que o tipo de beterraba utilizado para a produção de açúcar é uma planta diferente, conhecida como beterraba sacarina, de cor branca, com alta concentração de açúcar. Ela difere da beterraba roxa, habitualmente utilizada no Brasil. Para se ter uma ideia, a beterraba sacarina contém cerca de 20% de sacarose (açúcar), enquanto a beterraba roxa contém apenas cerca de 7 gramas de carboidrato a cada 100 gramas.
. 🔸Uma batata, por exemplo, contém cerca de 20 g de carboidrato nos mesmos 100 gramas.
. 🔸Além disso, normalmente o consumo de beterraba é feito em pequena quantidade no contexto de uma salada mista. Ao contrário, as pessoas tendem a consumir quantidades muito maiores de batata, sejam elas fritas ou assadas, do que de beterraba.
. 🔸Assim, a ingestão desta raiz, na forma e nas quantidades em que é habitualmente consumida, não agrega quantidades significativas de carboidratos de rápida digestão, podendo ser integrada em uma dieta baixa em carboidratos.
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#ablc #lowcarb #associacaobrasileiralowcarb #souablc
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#ablc #lowcarb #selolowcarb #associacaobrasileiralowcarb #SeloLowCarbContribuidor #souablc
🔸Carboidratos são os açúcares ou seus polímeros: amido, maltodextrina e as fibras como a celulose. Fibras não são digeríveis, e não têm impacto glicêmico.
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🔸Quando usamos uma classificação, ela precisa ser útil. Do ponto de vista nutricional, diferenciar entre um AÇÚCAR como a sacarose (açúcar de mesa) e uma FIBRA faz toda a diferença, pois o açúcar está relacionado com aumento da glicose no sangue, acúmulo de gordura no fígado e o desenvolvimento de resistência à insulina e síndrome metabólica, enquanto a fibra está associada a bons desfechos de saúde, sem impacto glicêmico.
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🔸 A classificação de carboidratos em “SIMPLES” e “COMPLEXOS”, por sua vez, é inútil do ponto de vista nutricional. O AMIDO e a MALTODEXTRINA são considerados complexos porque são compostos de muitas moléculas de glicose unidas entre si, mas seu efeito sobre a glicemia é EXATAMENTE O MESMO que se esperaria do consumo de um xarope de pura glicose de milho (um açúcar puro), por exemplo. A diferença entre glicose pura e amido puro é apenas culinária e didática, mas não nutricional.
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🔸Para a saúde de um diabético, tanto faz a estrutura química exata dos carboidratos que se consome, e sim o seu impacto 1) na glicemia e 2) no acúmulo de gordura no fígado.
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🔸Para aquelas pessoas que precisam de uma abordagem low carb, a ABLC preocupa-se com esses impactos, e não com classificações de caráter puramente burocrático.
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