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Amare é um movimento voltado para jovens casais que buscam encontrar Deus na vida conjugal através da ação e contemplação. 👉🏻Facebook: Amare

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“O Bom Pastor nos espera, Ele corre atrás de nós. Ele quer nos buscar, quer nos arrancar das mãos do maligno, daquele que nos rouba de Deus, daquele que apresenta atrativos ilusórios, enganosos, que nos arrancam, que nos puxam.
Não permitamos ser roubados do colo de Jesus, não permitamos ser levados do redil de Jesus porque o ladrão não chega como ladrão, pelo contrário, ele chega com opções para nos atrair. E quando desejamos voltar, o coração está arruinado, quebrado, perdeu a graça, o gosto, o sabor pelas coisas do Céu.
Permitamos que o Bom Pastor, que veio para nos dar a vida em abundância, em plenitude, cuide de nós, cure as nossas feridas e que a Sua vida esteja em nós.
Deus abençoe você!” Pe. Roger Araújo.  #amareemtudoamareservir #souamare #liturgiadodiaamare
Conhece o Amare? Aperte o ▶️ assista o vídeo e saiba como participar. Envie um e-mail para movimentoamare@outlook.com #amareemtudoamareservir #souamare
Raquel e Diego à espera de Isadora, Fruto do Amare. #amareemtudoamareservir #souamare #frutodoamare
Os pais Giselle e Abrahao, Amare 5, com as filhas Isabela e Maria Eduarda. Muitas bênçãos para esta família que é fruto do Amare. #amareemtudoamareservir #souamare #frutodoamare
“Todo esforço e trabalho humano é para ter o pão de cada dia; o esforço do pai que trabalha para colocar o pão na mesa dos filhos; e o da mãe que dá o melhor de si para que a sua casa seja sustentada. Ninguém é digno de passar fome, e de não ter o alimento cotidiano para poder saciar-se e sustentar-se nessa vida.

Mas, o nosso esforço, trabalho e dedicação não podem ser apenas para adquirir o alimento aqui. Têm duas coisas: primeiro, o excesso de alimento nos deixa doentes: comer demais, a gula e tudo aquilo que nós já sabemos que são consequências para a nossa saúde. A vida humana, muitas vezes, está durando menos porque nos alimentamos mal ou em excesso. E, segundo, cuidar (…), mas não somente do alimento que vai perecer (fisicamente falando), e sim, do alimento que nos sustenta para a eternidade e nos faz ter comunhão com ela, o alimento que permite a eternidade entre nós.

Trabalhemos, esforcemos, e nos dediquemos para alimentarmos d’Aquele que é o Pão da Vida, porque nós, muitas vezes, comemos o Pão da Vida ou desta vida, ou seja, as carnes, as comidas, e assim, ficamos apenas saciados humanamente e não saciados pelo Espírito Santo.

Deixemos ser alimentados pelo Senhor e nos alimentemos do Senhor, mas aqui é preciso um esforço para conseguir o “Pão” de cada dia. É um trabalho suado, esforço e dedicação, para que não deixemos de buscar, de ir atrás, de ter sede e fome de buscar o Pão do Céu.

Não basta receber a Eucaristia, muitas vezes recebemos a Eucaristia enquanto Sacramento, mas não nos esforçamos para termos comunhão com Deus.

Eucaristia não é um alimento mágico; ela é um alimento que entra em nós; é a graça de Deus que vem a nós. Mas, se não nos esforçamos para gerar comunhão, a Eucaristia que deveria e deve ser a graça para nós, pode até ser desgraça na nossa vida.

Há pessoas que não podem se aproximar da Eucaristia por motivos diversos, mas se esforçam para viver uma vida de comunhão com Deus, então, Ele faz comunhão com elas e as deixam iluminadas e transformadas pela Sua presença.

Deus abençoe você!” Padre Roger Araújo.
“Nesta segunda-feira, estamos celebrando a Solenidade da Anunciação do Senhor. Esta Solenidade é sempre celebrada no dia 25 de março, nove meses antes do Natal de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Neste ano, o dia 25 caiu em um domingo da Quaresma, por este motivo, a Igreja o transferiu para a segunda-feira após a Oitava da Páscoa.

Na alegria Pascal, este tempo que estamos vivendo, entramos na alegria que vem de Deus. Entramos na alegria de contemplarmos o Senhor que se encarna. Professamos a nossa fé no Ressuscitado que, encarnou-se no meio de nós, fez-se presente no meio de nós no ventre da Virgem Maria. Por isso, a presença de Deus traz alegria aos nossos corações.

A presença do Ressuscitado alegrou os discípulos. O anjo está dizendo a Maria: “Alegra-te, cheia de graça”. E por que Maria se alegrou? Porque Deus estava nela; Ele estava presente, encarnou-se nela. É este mistério lindo, maravilhoso e sublime que celebramos hoje.

Queremos a mesma alegria que o anjo trouxe a Maria, queremos a mesma alegria que os anjos trouxeram a Madalena e aos discípulos, por ocasião da Ressurreição do Senhor. Que os mesmos anjos tragam alegria ao nosso coração. A alegria de saber que Deus está entre nós, que Ele se encarnou no ventre de Maria e ela trouxe Jesus para ser o grande presente da nossa vida.

Deus quer estar vivo, encarnado e presente na vida de cada um de nós. Onde Deus está, podem ter muitos motivos para tristezas, desânimos, porém, jamais um coração que tem Deus é um coração triste. Esse coração passa por situações tristes na vida, por dificuldades e problemas, mas não permanece, porque, é uma alegria maior, plena; é uma alegria do Céu, alegria da presença divina, alegria da certeza de que Deus está entre nós.

Permitamos ser tomados por essa alegria de que Deus está entre nós. O anjo disse: “Maria, o Senhor é Contigo”. Isso tomou conta, incendiou plenamente o coração da Virgem Maria. Hoje, Deus está olhando para nós e está nos dizendo: “O Senhor está contigo. Alegra o seu coração”. Que Deus esteja conosco e que seja a razão e a alegria da nossa vida.

Deus abençoe você!” Padre Roger Araujo.
Padre Eugênio, fundador de Amare, com um grupo de casais na Basílica de Aparecida. Sexta da paixão. 
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“Na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, contemplamos o servo sofredor, porque Ele está sofrendo na carne todas as humilhações que a pessoa humana sofre. Cristo está carregando sobre si as nossas dores e enfermidades. Queremos nos voltar para Cristo e referenciar as Suas Chagas, adorar a Sua Paixão e encontrar n’Ele as dores, as chagas e a paixão de toda a humanidade.

O Cristo sofre por nós e junto de nós. Ele sofre pelos sofredores e com os sofredores. Nenhum sofrimento humano é desprezível ou perdido quando é sofrido em Deus.

A Paixão de Cristo é a paixão do mundo, não são as paixões humanas e mundanas, pelo contrário, é a paixão de um Deus apaixonado que leva em si todo o Seu amor pela humanidade sofrida, que paga um preço alto pelos nossos pecados, e Ele mesmo faz questão de carregar sobre Si as dores de todos.

Na lei judaica, lei antiga para a reparação e a expiação dos pecados, imolava-se o cordeiro e ele era oferecido em sacrifício aos pecados. Hoje, o único cordeiro que é imolado e sacrificado por causa dos nossos pecados é o Cordeiro Jesus, porque Ele é o único Cordeiro que pode tirar os pecados do mundo, pode tirar o pecado da nossa vida e, por isso, nos voltamos para Ele, para louvá-Lo, para rendermos todo o amor do nosso coração, toda adoração que Ele merece.

Quando formos na Igreja, hoje, para adorarmos a Cruz, não é adorarmos a Cruz por si só, pelo contrário, é adorarmos o Crucificado que morreu na Cruz para nos salvar; é adorarmos a salvação, a redenção que, na Cruz, Ele faz por nós.

Nenhum sacrifício humano nos redime, somente o sacrifício de Cristo tem esse poder. Se a nossa vida exige de nós sacrifícios, então, que o nosso sacrifício humano não seja inútil, porque o sacrifício que salva é o nosso sacrifício unido à Paixão e ao sofrimento de Cristo.

Cristo está com os doentes, com os enfermos, com os sofredores, com todos aqueles que sofrem as desigualdades, as mazelas da humanidade, dizendo: “Eu estou neles e sou um deles”. Cristo é um de nós nos nossos sofrimentos e nas nossas dores. Adoremos o Cristo crucificado que morreu para nos salvar.

Deus abençoe você!” Padre Roger Araújo.
Uma mensagem do Padre Eugênio, fundador do Amare, nesta quinta-feira santa. #amareemtudoamareservir #souamare
“Maria é aquela que colocava-se aos pés de Jesus; Marta estava servindo e Lázaro estava junto à mesa. Maria colocava-se aos pés do Mestre dando tudo o que ela tinha: seu amor, seu coração, seus sentimentos, seus afetos, seus bens materiais. O perfume mais caro que se poderia ter, ela colocou sobre os pés do Mestre Jesus.

Maria é a discípula que rende-se ao Mestre, é a discípula que apaixonada por Jesus, entrega todo o seu coração. Do mesmo lado estão os discípulos de Jesus, mas um deles chama a atenção, porque ele acha escandaloso aquilo que Maria está fazendo: um perfume caro sendo colocado nos pés de Jesus. E num falso espírito de cuidado aos pobres, mas que era uma hipocrisia, dizia: “O que ela está gastando nos pés de Jesus poderia ser usado para os pobres”. Sempre teremos pobres no meio de nós para cuidar, e só podemos cuidar (de verdade) dos pobres quando cuidamos de Jesus, quando estamos aos pés d’Ele. Não é para desprezar os pobres, pelo contrário, precisamos primeiro ir aos pés de Jesus para saber servir a pobreza, que é a humanidade em que vivemos.

Não fazemos assistencialismo, encontramos Jesus que está aos nossos pés e nos colocamos aos pés d’Ele para adorá-Lo, nos entregarmos totalmente a Ele, para encontrarmos no pobre a pessoa de Jesus. Por isso, a primeira atitude do pobre é sempre colocar-se aos pés de Jesus.

Não podemos cair naquela visão assistencialista de que, fazemos muito pelos pobres ou de que trabalhamos nas ruas. O primeiro lugar que nos dirigimos é aos pés de Jesus, O adoramos e nos colocamos inteiramente aos pés d’Ele. Quando não fazemos isso, nos perdemos naquilo que realizamos, nos perdemos no nosso trabalho, nas nossas obrigações. Nos perdemos porque falta o referencial.

O nosso referencial é Jesus que está nos pobres, nos doentes, nos sofredores, na humanidade em que vivemos. Encontramos Jesus em cada um, assim, não nos decepcionamos, não nos machucamos e nosso coração não se fere por qualquer coisa quando temos um referencial. O nosso referencial é sempre estar aos pés de Jesus!

Deus abençoe você!” Padre Roger Araújo.
#amarevivenciandoaquaresma #amareemtudoamareservir #souamare
“Os judeus responderam para Jesus que não queriam apedrejá-Lo por causa das Suas boas obras, pelo contrário, queriam apedrejá-Lo por causa da blasfêmia.

A verdade é que, os judeus não acolheram a Palavra e, uma vez que, não a acolheram, não compreenderam Jesus. Por outro lado, muitos deles sentiram inveja e queriam rejeitar Jesus e o jeito era apedrejá-Lo.

A blasfêmia era, na verdade, uma desculpa. Às vezes estamos com “pedras nas mãos” para atirarmos nos outros. Essa “pedra na mão” é um jeito de rejeitarmos o que não queremos acolher; e quando estamos bravos com alguém, quando estamos nos opondo a alguém, no meio do ataque usamos as pedras.

Esse é o meio mais rudimentar, mais antigo de se fazer guerra: quando os homens das cavernas ainda não tinham armas, eles usavam as pedras. Essas eram o que eles tinham para eliminar o inimigo.

Só temos um inimigo, aquele que é o inimigo de Deus, porém, Jesus não atirou pedra nele, mas ele atirou pedra em Jesus.

Quem é de Deus não atira pedras em ninguém, não faz guerras, não sai atirando para todos os lados. Quem é de Deus não promove a guerra entre os irmãos e nem fica contra os outros.

Jesus não respondeu a nenhuma das atitudes daqueles que se opuseram a Ele. Não vimos Jesus levantando a espada, promovendo guerra, pelo contrário, Ele é o príncipe da paz. 
Não vamos nos mover pelo espírito do outro. Se o espírito do outro é bélico o meu não é, se o espírito do outro é de ataque o meu não é, se o espírito do outro é de morte, inimizade, esse não é não o meu espírito.

O que necessitamos no mundo de hoje é ter o espírito de Jesus e não o espírito do mundo. É preciso ter uma vigilância, porque, até em meio a fé, estamos atacando uns aos outros, jogando pedras uns nos outros. Há uma onda de violência, inclusive, virtual – nas redes sociais, onde aqueles que se dizem “seguidores do Cristo Jesus” estão atirando pedras para todos os lados.

Agora não é a hora e nem nunca será a hora do cristão atirar pedras. Recolhamos as pedras para construir pontes, para edificar vidas. Cristo é o promotor da paz e não aquele que atira pedras nos outros.

Deus abençoe você!” Padre Roger Araújo.