Receitas rápidas e fáceis

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Diário gastronômico de uma jornalista comilona metida a cozinheira: Luciana C., 36, intolerante à lactose.
São Paulo + Mogi das Cruzes/SP 🇧🇷

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Comidinha que alimenta o corpo e a alma. A gente chega e é recebido com abraço da Priscila e ainda uma água saborizada com alecrim e cardamomo, bem geladinha para refrescar. Na mesa, arroz basmati com hortelã, couve na manteiga ghee com amêndoas e tomatinhos e couve flor com leite de coco e grãos de bico crocantes. 
Sabe aquele prato cheio de nutrientes e, principalmente, de amor? 👏
Nesse calor, um jantarzinho leve. Bowl com o que tinha na geladeira: homus, beterraba ralada, repolho, alface, muçarela nózinho, tomatinhos e um pedaço de pão sírio. 😋
Olha só que lindo fica o Requeijú ou "requeijão" de castanhas geladinho. Suuuper cremoso (e super saboroso)! Além disso é facílimo de fazer, vegano e sem lactose.
👉 Aproveita que tem receitinha rápida nos stories/destaques.
Já que é pra comer hambúrguer, vamos escolher um mais honestinho, né? Feito com uma boa carne, um bom queijo, uma boa cebola caramelizada, um bom bacon, um bom pão, uma boa batata frita.
O meu sanduíche foi bem mais sem graça que este, só com carne e queijo, mas foi um smash burger bem suculento e delicioso.
Exceções fazem parte de uma alimentação mais consciente e equilibrada, sim. O grande segredo é que elas não virem rotina. 😉
Dia desses contei que tenho usado o molho de tucupi preto em substituição ao shoyo, como uma alternativa mais saudável. Muita gente ficou curiosa, por isso resolvi falar mais sobre ele aqui (dando sequência na campanha #leiaorotulo).
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Bom, o tucupi é um caldo amarelo muito presente na culinária do Pará e da Amazônia, extraído da mandioca Brava Amarela (usado no Tacacá e no Prato com tucupi, super típicos da região Norte). Do caldo amarelo, logo após a extração, retira-se a goma e ele vai puro para a panela, onde começa um intenso processo de redução do seu volume em até 40 vezes.
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Durante o cozimento o tom amarelo vai ficando marrom, escurecendo e concentrando até ficar com a consistência de um melaço e uma cor muito escura. Não tem corante nem qualquer outro aditivo: é tudo 100% natural. Afinal, quem criou tudo isso foram os índios da Amazônia, que usavam o tucupi preto como um importante conservante de carnes de caça e peixes.
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Com o tempo, perceberam que o conservante natural, na verdade, estava mais pra tempero, que hoje sabemos ser riquíssimo em Umami.
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O melaço escuro é dissolvido e vira este molho que pode ser utilizado em inúmeras preparações mas, se comparado com o shoyo, tem cerca de 5 vezes menos sódio e contém apenas água, tucupi e um pouquinho de sal.
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Comprei este da foto em Belém, mas algumas lojas especializadas também vendem em SP, como o @institutoata (no @mercadodepinheiros) ou a @combu_da_amazonia, e até nos supermercados @paodeacucar, no Brasil todo. Não sei se existe este molho de outra marca, mas este que estou usando é da @maniocabrasil.
Domingão com direito à #PizzaDoOdair no #DiárioDaPizza. Corre lá nos stories que tem os bastidores do jantar em família e o sr. Odair com a mão na massa!
Nesse calor só consigo pensar em saladas! Esta, super completa, tem base de folhas (vários tipos de alface, agrião e rúcula), cenoura e beterraba raladas, trigo em grãos cozido com alho, tomatinhos, cebola roxa, muçarela nozinho, uvas verdes e ovinhos de codorna. Para finalizar, sementes de girassol e o meu molhinho de iogurte. Ufa, não consigo nem contar quantas cores tem no prato! 😊🌈
Banquete de domingo! Torrada de grãos com requeijú ("requeijão" de castanhas), café passadinho na hora, uvas e iogurte caseiro com granola festa em casa. Estou me sentindo até no meu próprio café da manhã de hotel.
Bom dia, bom domingo! 😊
Nesta onda de fazer escolhas alimentares mais conscientes, meu maior desafio tem sido a comida japonesa. Fico dividida porque amo muito um peixinho cru, mas por outro lado sei que quase todo salmão que chega às nossas mesas é cultivado em cativeiro, ou seja, alimentado com ração de milho e soja transgênicos, muitas vezes com excesso de antibióticos e drogas que poluem as águas e envenenam outros peixes. Aliás, a tão saudável gordura do salmão acaba não existindo nesses peixes.
Outro ponto importante é a baixíssima qualidade do molho shoyo que a gente tem aqui no Brasil: praticamente todas as marcas mais populares são feitas de milho (transgênico, é claro!), em vez de soja. Por falta de informação, muita gente nem imagina isso! Vamos ler mais os rótulos dos produtos que a gente consome?
Aí eu, que sei dessas coisas, me pego lembrando delas toda vez que bate uma vontade louca de comer sashimi. Como lidar com esse impasse? Ainda não descobri, infelizmente.
Enquanto isso, vou enganando o desejo comendo guioza que comprei na feira ontem. De carne suína, feito por uma batian fofa e com molho caseiro a base de tucupi preto, que tem sido minha alternativa aos molhos de soja (só que não) que a gente encontra nos supermercados.
Isso é o que eu chamo de saúde no prato. Para combinar com este sábado ensolarado, hommus feito com grãos de bico germinados (dica da @receitasdocaldeirao) acompanhado de palitinhos de cenoura e pepino, pão sírio e tomatinhos.
Exatamente o tipo de comidinha que me deixa feliz e satisfeita! Para completar a refeição, uma saladinha de folhas e só. 💕
Requeijú, ou uma versão alternativa ao requeijão nosso de cada dia. Com base de castanhas de caju, fica cremoso e com um saborzinho super interessante, além de não ter lactose e ser vegano. Facílimo de fazer e muuuito mais saudável que esses cremes tipo requeijão que vendem por aí.
Experimentei, gostei e vou adotar por aqui!
👉 INÉDITO: a receitinha completíssima #vaiproblog, MAAAAAS.... uma versão resumida já está nos stories/destaques. Corre lá e já providencia os ingredientes para fazer também! 😉
Camarões ao molho de queijos e vinho branco acompanhados de pão miga tostadinho. Meudeusdocéu, que que é ISSO? 😲💕